2 de jun de 2009

Marlon

Sou a própria confusão com fusão de uma vazia azia. E esta é minha eterna mente eternamente terna, que não mente.















As doces prensadas, agora tão amargas, deixam suas marcas.
Meu conto de fadas, de um livro sem capa e sem fim teve fim.
Cicatriz tatuada de uma voraz flechada. Paz abandonada.
Enraiveço-me das dores, dos pesos, a promessa, o sangue pesa.
Entristeço-me dos amores que entristecem as idéias.
Esse coração verde já perece em madura sede, vida dura. Duras redes.
É uma rima em ação, uma rimação, uma loucura escrita, transcrita, sinta-a.

Um comentário:

Andressa E. disse...

Gostei muuuuuito, muito desse.
Interessante, queria ler mais alguns assim.

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Jesus nos guie.

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