3 de nov de 2009

Naquela época que ele ficava horas naquele "video-game por hora", ainda não bebia e nem fumava.
Há pais que reclamam de seus filhos, que os culpam por ficarem horas na frente do video-game, na verdade eles não querem ver o filho viciado, em nada. Dizem que todos os vícios são ruins para o ser-humano, isso é verdade, mas o que é pior? Um filho viciado em crack ou um filho viciado em jogos online? Naquela época era viciado em playstation, e quantos não são viciados em jogos? Baralhos, apostas, mentiras. Saia da matrix.

Eu lembro bem, os pais daquele garoto tinham uma lanchonete, lá tinha fliperama, aquelas mesas de 'arcade', também tinha licores e destilados, vinhos e cervejas, lembro que ele ficava horas no fliperama, "rodava" todas as máquinas, sempre tomando seu refrigerante cheio de sódio e flúor, fez amizades com muitas pessoas no fliperama, jogando contra, ganhava até vinte partidas seguidas sem perder o crédito, dizem que vinte e três foi seu "record" máximo, e ali naquelas amizades e ele conheceu fliperamas maiores, onde tirava muitas fichas e fazia mais amigos, a maioria deles era mais velho do que ele, mas eles eram todos amigos, com esses amigos ele conheceu a música eletrônica psicodélica, juntou duas paixões, música e eletrônico, ele que sonhava em ser Engenheiro Eletrônico para fazer novas plataformas de jogos agora pensava em ser Músico Eletrônico. Aquelas músicas por si só não eram psicódelicas e foi aqui que ele conheceu o efeito psicodélico.

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