5 de nov de 2010

Escrevo alucinado aos olhos de quem vê e está a me acusar nesse momento, os brilhos, as cores, tudo cintila, é a enganação no fundo da taça, mas deixa eu te falar dessa luz que reflete.

Que fique claro que ainda que num vão momento dos momentos em que me depositei a me afadigar, elucido este.

Pra quem sonha em iniciar o seu primeiro livro, eu quero declarar que dou por encerrado o meu terceiro e cheio de poesia e cores, porque a luz que brilha é visível na escuridão da noite, só os entendidos e aqueles à quem a sabedoria se reserva companheira lêem essas linhas.

Nessa mão trêmula eu me afadigo a escrever como quem quisesse ensinar tudo o que aprendeu, mas reconheço que sou incapaz de processar tudo o que penso.

Minhas idéias hoje pela primeira vez parecem todas encontrar um fim em comum, como se o propósito sempre estivera aqui e sempre fora pra mim, porque em tudo que me afadiguei pelo bem do próximo, em tudo me serviu pra bem próprio.

A loucura é incompreensível para os insensíveis, mas isto é esta mão trêmula que reluta em continuar a escrever e também porque se demasia em drama e poesia, para fazer acolher os que perseveram em ler.

Porque pro Meu Pai Amado, nunca precisei nenhuma palavra pra dizer.
Ele sempre soube.

Mas você que aí está, acompanhante de toda essa loucura esquadrinhada nessa teia virtual e aranha gigante, armadilha gigante, preste atenção, porque aqui fala um amigo, e a verdadeira amizade vai além dessa tela que nos separa, a amizade é isso, todas as cores se resumem numa, e todas as coisas também.

Porque sempre por bem de todas as coisas eu me afadiguei a dizer, por bem e apenas por bem, não me veja por mal, porque na morte e no luto todos somos santos.

Vê com que boas palavras eu te escrevo? Eu as escrevo porque as li. Escreva-as por que leu.
Mas que nunca seja como a semente que se semeia entre os espinhos e os abrolhos, mas como o rio que flui em verdade de vida, no discernimento de tais palavras todo estranho enlouquecerá, são incapazes ainda de compreender nessa meninice de fé o Todo-Poderoso Deus Áltissímo À Quem Todos Vê, porque eu não deposito minha fé na tecnologia do homem, mas no Senhor Áltissimo que está assentado no trono incorruptível.

Eu peço perdão pelos erros nos acentos, mas antes peço perdão por não saber enxergar os acentos da minha vida.

ACORDEM EU GRITO!

Não somos capaz de buscar a luz para as nossas próprias vidas, mas somos capazes de buscar a luz na vida do próximo, e bem dito seja o próximo que buscar a luz na minha vida.

Se eu quisesse me demorar com essas palavras poderia me acabar pelas teorias infindas dessa vida, na qual de todos os pensantes ninguém jamais elucidaria como o Filho fez.

Porque A Verdade para aquele que a vê é um grito sem fim no intestino. Nas entranhas, e ela não se detém, porque é vida. É viva.

Que a misericórdia de Deus venha por fim em cada idéia.
Amém.

Marlon Ribeiro Teixeira.
Expia.

Um comentário:

Efraim Bossoni disse...

Bom, depois dessa viagem, quero te abençoar no nome do Senhor Jesus, querido Irmao, para que ele sempre seja a tua Luz para o Eterno da Vida. Amèn!

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Jesus nos guie.

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